Aqui está tudo que eu tinha cortado da primeira lista com a regra dos 30 minutos. É a viagem que eu deveria ter montado desde o começo.
Lembra que na opção 1 eu escrevi “os três saltos gigantes ficaram fora, se um dia render uma segunda viagem eles são a razão”? Pois é. Esta é a segunda viagem.
Prudentópolis tem mais de cem cachoeiras catalogadas, e a maior delas — o Salto São Francisco, com 196 metros — é a maior queda d'água do Paraná. A entrada é gratuita. O Salto São João, de 84 metros, também é gratuito e fica a meia hora do centro. Não é uma cachoeirinha na frente de casa: é uma parede de água de sessenta andares.
Só que não é só cachoeira, e é isso que muda o jogo em relação à primeira lista. A vinte minutos do centro tem um parque de aventura com a maior plataforma de rapel do Paraná, de 87 metros, tirolesa de mais de 100 metros e parede de escalada. E a cidade é a maior colônia ucraniana do Brasil — as igrejas de cúpula, o almoço de varenyky e borscht, as pêssankas pintadas à mão. Natureza de manhã, adrenalina à tarde, cultura e comida à noite.
O hotel é o mais bem avaliado dos quatro destinos: 9,7 com 325 avaliações, café da manhã incluído, R$ 1.020 nas três noites. Some as entradas e o rapel para nós dois e o fim de semana inteiro fecha em R$ 1.300.
Tempo de carro saindo do centro de Prudentópolis, calculado por roteamento. O que eu confirmei está marcado como Checado.
196 metros de queda — a maior do Paraná e uma das maiores do Sul do Brasil. Fica na divisa de Prudentópolis com Turvo e Guarapuava. Checado: entrada gratuita, aberto das 8h às 17h. É o passeio que eu cortei da lista antiga por ficar longe demais; agora ele é o motivo da viagem.
Grátis · 8h às 17h105 km · 1h51 — dia inteiro84 metros, num anfiteatro de pedra que dá pra ver de cima e de baixo. Checado: entrada gratuita, aberto de quarta a segunda das 9h às 16h — fecha só às terças, o que não nos atinge. São 22 km do centro, sendo boa parte de estrada de chão.
18 km · 29 minGrátisQua a seg · 9h às 16hO programa que a primeira lista não tinha: a maior plataforma de rapel do Paraná, com 87 metros, ao lado da cachoeira do Salto Sete. Tem também tirolesa de mais de 100 metros e parede de escalada de 19 metros. Checado: abre sábado, domingo e feriados das 9h às 16h — cobre exatamente 5, 6 e 7 de setembro. Taxa de visitação R$ 20; o rapel sai por cerca de R$ 90 e o combo com tirolesa por R$ 150.
12 km · 23 minR$ 20 + R$ 90 o rapelSáb, dom e feriadoOs saltos São Sebastião e Mlot, na mesma propriedade de família. Checado: R$ 10 por pessoa de entrada, mais R$ 20 se a gente quiser descer a trilha até a base das quedas. Aberto todos os dias das 9h às 17h — é a carta na manga para a sexta-feira, quando o parque de aventura está fechado.
R$ 10 + R$ 20 a trilhaTodo dia · 9h às 17hA maior colônia ucraniana do Brasil está aqui e não custa quase nada: as igrejas de cúpula — a Matriz São Josafat é o cartão-postal —, o almoço típico de varenyky, holubtsi e borscht, e as pêssankas, os ovos pintados à mão, de lembrança. Fica tudo no centro, a poucos minutos do hotel.
No centroAlmoço ~R$ 60 por pessoaO terceiro dos saltos gigantes, também na região. Não consegui confirmar estrutura de acesso nem horário de visitação com fonte confiável, então não coloquei no orçamento. Vale perguntar no hotel quando a gente chegar — se estiver aberto, é mais uma queda de mais de cem metros no mesmo fim de semana.
Acesso não confirmadoPerguntar no hotelRepara na distância do Salto São Francisco em relação aos outros — é ele que exige um dia inteiro.
É a mais barata em passeios da lista — as duas maiores cachoeiras são de graça — e a única com rapel de verdade. Só lembra que a cidade tem nove hospedagens no total e o feriadão está chegando.
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